Sertanejo e trap? Dupla Clayton & Romário revela desejo de parceria
Sertanejos acabam de lançar novo projeto nas plataformas digitais.
A dupla Clayton e Romário, sem citar nomes específicos, revelou vontade de fazer parceria dentro do trap, subgênero do rap. Romário comentou sobre o desejo de poder mesclar dois segmentos que são muito queridos pelo público, o sertanejo como o gênero musical mais popular do país e o trap em uma crescente popularidade nos últimos anos.
Tenho essa vontade porque a gente vai conseguir mesclar dois segmentos que são super queridos. Vamos pegar o sertanejo e levar um pouco para um outro lado. E vamos também pegar o trap ali, que é de uma moçada muito nova, e trazer para ouvir também o sertanejo. Acho que é importante essa renovação acontecer sempre em todos os segmentos,
O cantor falou que já tentou achar a música, mas ainda não chegou no resultado ideal.
Já pedi para uns compositores, mas até então não conseguimos achar uma música onde a gente conseguisse produzir e tentar levar para frente.
Enquanto a parceria com o trap não vem, eles seguem com feats entre o gênero de origem.
Os irmãos, de 40 e 35 anos, tem uma estrada longa no mundo da música, cantando desde a infância, os goianos iniciaram profissionalmente a carreira musical em 2008, entre churrascarias e bares da cidade de Barretos, no interior de São Paulo. Mas foi só em 2020 que o sucesso bateu a porta, durante a pandemia a música Pingaiada foi sucesso no álbum No Churrasco. O projeto ganhou seu segundo volume e teve participação do cantor Luan Santana.
Com o novo lançamento, eles mergulham ainda mais no romantismo.
A gente sabe que as músicas animadas, que têm as letras mais fáceis e que são mais fáceis de chegar no público ou de acontecer, tomam uma proporção muito grande. Mas a gente sabe também que elas passam mais rápido. Então a gente tentou trazer coisas mais conceituais [para este álbum], com alguns ritmos que a gente não tinha feito ainda. A gente espera que elas deem um respeito maior para o Clayton e Romário, e mude um pouco essa coisa de ser só da farra também.
A dupla levou oito meses para escolhendo o repertório para chegar no resultado final do álbum. Romário diz que músicas conceituais são faixas com melodias que contam histórias.
Elas têm uma dificuldade maior de serem trabalhadas e de criar o pertencimento, só que quando se cria o pertencimento com uma música dessa magnitude, ela também permanece por muito mais tempo.
Talvez com esse repertório mais conceitual, o Top 10 do Spotify seja novamente uma realidade, que nos últimos meses, boa parte das primeiras posições no ranking é dominada pelo funk.
Eu acho que pelo menos uma ali no álbum vai ter esse trabalho maior de impactar as pessoas. E se acontecer, nós vamos não só estar sendo abençoados com o sucesso que vai durar mais, mas também trazendo o Top 10 mais para o sertanejo.
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